A Seleção brasileira fechou a Copa do Mundo de 2026 na 11ª posição, igualando a segunda pior colocação da história ao ser eliminada pela Noruega nas oitavas de final.

Como chegou ao 11º lugar?

O time chegou à fase de grupos com confiança, empatando 1‑1 com Marrocos na estreia e vencendo Haiti (2‑0) e Escócia (1‑0). Na segunda fase, superou o Japão por 3‑1 antes de cair diante da Noruega (2‑0). Ao todo, somou dez pontos e um saldo positivo de seis gols, com dez gols marcados. Essa campanha coloca o Brasil à frente de equipes como Colômbia (10º) e México (9º), mas bem atrás do México, que alcançou 12 pontos.

Por que o desempenho ficou aquém das expectativas?

A eliminação precoce reflete um conjunto que ainda não encontrou a consistência esperada. Apesar de Vinícius Júnior ser o artilheiro da seleção nesta edição, com quatro gols em cinco partidas, o coletivo sofreu contra a disciplina tática norueguesa. A defesa, que havia mantido o melhor saldo de gols na fase de grupos, cedeu em momentos críticos, permitindo dois gols sem resposta.

Qual o panorama recente da Seleção?

Nos últimos quatro compromissos, a equipe registrou um desempenho de 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota (D‑W‑L‑W, mais recente primeiro). O último amistoso terminou em 1‑1 contra a Tunísia em 18 de novembro de 2025, reforçando a necessidade de ajustes antes da próxima fase de qualificações. O técnico ainda busca equilibrar a criatividade de Vinícius com a solidez defensiva exigida em torneios de alto nível.

O que vem a seguir para o Brasil?

Com a classificação final definida, a atenção volta para a preparação rumo à Copa América 2027 e às eliminatórias da Copa do Mundo 2030. A diretoria já sinaliza a possibilidade de reforçar o meio‑campo, enquanto Vinícius Júnior continua como principal referência ofensiva. A expectativa é que a equipe aprenda com a derrota para a Noruega e retome o caminho das vitórias nas próximas competições.