A Seleção comandada por Tomás Ancelotti encerrou a Copa do Mundo 2026 ocupando o 11º lugar, a pior posição da história brasileira desde 1966. O resultado foi confirmado pelo GE após a eliminação nas oitavas de final contra a Noruega.
Por que a classificação ficou tão baixa?
A queda para o 11º lugar reflete os critérios de desempate usados pela FIFA – saldo de gols, gols marcados, número de cartões e ranking. Na fase de grupos, o Brasil terminou com dois empates e uma vitória, mas o saldo negativo frente à Noruega acabou penalizando a equipe. Essa mesma situação já ocorreu em 1966, quando o país saiu na fase de grupos entre 16 seleções.
Como a campanha se compara com edições anteriores?
Desde 1930, a Seleção já participou de 23 Copas, conquistando cinco títulos. No entanto, o desempenho de 2026 ficou atrás apenas da 14ª colocação de 1934 e da 11ª de 1966. Em 2014, o Brasil terminou em 4º, enquanto em 2022 ficou em 7º. O último resultado antes da Copa foi um empate 1‑1 com a Tunísia em 18 de novembro de 2025, e a forma recente da equipe nos últimos quatro jogos foi 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota.
Quais seleções ficaram à frente do Brasil nesta edição?
Além da Noruega, que eliminou a Seleção, México (9º) e Colômbia (10º) também superaram o Brasil nos critérios de desempate. Na frente, equipes como Suíça, Marrocos e a própria Noruega fecharam a competição em posições superiores, mostrando a competitividade crescente fora da tradição sul‑americana.
O que vem depois da eliminação?
Com a campanha encerrada, a atenção se volta para a preparação para a próxima Copa e para a renovação do elenco. Ancelotti já indicou que vai observar jogadores jovens nas categorias de base, enquanto a CBF planeja amistosos em 2027 para ajustar a tática. A expectativa agora é reconquistar a confiança da torcida e melhorar o ranking antes da próxima fase de qualificação.
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