A Seleção Brasileira foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 após perder por 1 a 0 para a Noruega, e Flávio e Eduardo Bolsonaro imediatamente responsabilizaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por que os Bolsonaro apontam Lula?

Flávio Bolsonaro, senador e pré‑candidato, escreveu no X que a derrota está ligada à vitória do PT nas eleições de 2002, quando o país deixou de conquistar títulos. Ele citou que, desde então, "o Brasil não ganhou nada". Eduardo repetiu o discurso, lembrando o pênalti perdido por Bruno Guimarães aos 13 minutos do primeiro tempo e postou foto do pai ao lado da Seleção na conquista da Copa América de 2019.

Como a imprensa reagiu?

Diversos veículos destacaram a mistura de política e esporte, apontando que a crítica surge logo após a eliminação. O Correio Braziliense publicou a sequência de tuítes, enquanto outros sites noticiaram que a fala de Flávio citou a primeira pentacampeonato em 2002, embora na época o presidente fosse Fernando Henrique Cardoso. O tom acusatório gerou respostas de torcedores que defendem o técnico e os jogadores.

Qual o histórico recente da Seleção?

Nos últimos jogos, a Seleção mostrou sinais de recuperação: venceu duas partidas, empatou uma e perdeu uma, com a forma mais recente sendo 2V‑1E‑1D (vitória, empate, derrota). O último resultado registrado foi um 1 a 1 contra a Tunísia em 18 de novembro de 2025, indicando que o time ainda tem competitividade apesar da eliminação prematura.

O que vem pela frente?

Com a Copa encerrada, o foco volta para a preparação para a próxima edição em 2030. A diretoria ainda não definiu mudanças estruturais, mas a pressão política pode influenciar decisões sobre técnico e elenco. Enquanto isso, os irmãos Bolsonaro continuam a usar a derrota como ferramenta de campanha, prometendo "ganhar o país" mesmo após a perda da taça.

A controvérsia demonstra como o futebol nacional ainda serve de palco para debates políticos intensos, especialmente em tempos de eleições. A Seleção, apesar da frustração, mantém uma base de fãs que espera um retorno ao topo nos próximos anos.