A Seleção de Ancelotti acabou a Copa do Mundo 2026 na 11ª posição, igualando o pior resultado da história desde 1966, após a eliminação por 2 a 1 contra a Noruega nas oitavas de final. O ranking foi definido pelos critérios de desempate da FIFA, como saldo de gols e cartões, colocando o Brasil atrás de México (9º) e Colômbia (10º).
Como a campanha chegou ao 11º lugar?
O torneio começou com vitórias contra Canadá (2‑0) e México (1‑1, vitória nos pênaltis), mas a derrota para a Noruega encerrou a jornada. O saldo de gols negativo e duas advertências contribuíram para o desempate desfavorável. Historicamente, só a eliminação precoce de 1934 (14º) ficou abaixo, enquanto 1966 também marcou 11º, mas com apenas 16 equipes.
Por que esse resultado importa para o futuro da Seleção?
Estar fora dos oito primeiros compromete a classificação para a Copa de 2030 e afeta o número de vagas automáticas que o Brasil costuma garantir. Além disso, a classificação baixa pode influenciar a confiança da comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti, que ainda busca consolidar seu estilo ofensivo. O revés também abre espaço para críticas sobre a escolha de jogadores como Neymar Jr., que ainda não retornou à forma plena.
Quais são os próximos desafios?
Com a classificação definida, o foco volta para as eliminatórias da Copa de 2030. A diretoria já sinalizou a necessidade de renovação no elenco, especialmente nos laterais, onde a falta de profundidade ficou evidente. Enquanto isso, a Seleção mantém a última partida: Brasil 1‑1 Tunísia (18‑11‑2025) como último registro de desempenho, e seu último histórico de quatro jogos: 2 vitórias, 1 empate, 1 derrota (DWLW, mais recente primeiro), indicando que ainda há potencial para recuperação.
Como o Brasil se compara com outras equipes nesta edição?
Além de México e Colômbia, equipes como Suíça, Marrocos e Noruega terminaram à frente do Brasil. Os marroquinos, em particular, subiram de posição em relação a 2022, mostrando que a competição está cada vez mais equilibrada. O desempenho brasileiro, portanto, destaca a necessidade de ajustes táticos e de elenco para evitar repetições nos próximos ciclos.
A pressão sobre Ancelotti aumenta, mas ainda há tempo para reverter a situação antes das próximas fases de qualificação. A torcida espera respostas rápidas e um plano claro para devolver o Brasil ao topo do futebol mundial.
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