Seleção Brasileira já sente a diferença de gols com Haaland
A Seleção já tem um número alarmante: o centroavante norueguês Erling Haaland marcou 60 gols em 53 partidas, mais que a soma dos oito atacantes convocados para a Copa do Mundo, que totalizam 42 gols. Essa disparidade coloca em foco a busca da Seleção por um artilheiro confiável enquanto se prepara para o Mundial de 2026.
Os números são claros. Vini Jr tem 13 gols em 53 jogos, Raphinha 11 em 41, Gabriel Martinelli 5 em 26, Matheus Cunha 4 em 27, Endrick 4 em 20, Igor Thiago 2 em 5, Luiz Henrique 2 em 16 e Rayan 1 em 5. Juntos, somam 42 gols em 193 partidas. Em comparação, Haaland já tem 60 em 53, uma taxa de 1,13 gols por jogo.
Quando incluímos clubes e seleções, Haaland tem 377 gols em 451 jogos (0,84 por partida). Os atacantes brasileiros somam 665 gols em 2.448 jogos (0,27 por partida). Se excluirmos Vini Jr e Raphinha, o norueguês já supera os seis restantes.
No Mundial, Haaland já tem cinco gols, enquanto Vini Jr tem quatro. Ambos disputam a artilharia, mas ainda ficam atrás de Messi e Mbappé. A Seleção ainda depende de um atacante que consiga repetir a regularidade do "Cometa" nos jogos decisivos.
Dados recentes da Seleção
| Data | Resultado |
|---|---|
| 2025‑11‑18 | Brasil 1‑1 Tunísia |
| Últimos 4 jogos | 2 Vitórias - 1 Empate - 1 Derrota |
A última partida contra a Tunísia terminou em 1‑1, reforçando a necessidade de mais gols. O desempenho recente (2W‑1D‑1L) mostra que a equipe tem capacidade de vencer, mas ainda carece de um finalizador de elite.
O técnico Carlo Ancelotti tem experimentado Matheus Cunha como referência, mas o jogador ainda não se destaca como artilheiro. A solução pode vir de jovens como Endrick, que já tem quatro gols, ou de um retorno de forma de Vini Jr. Enquanto isso, Haaland continua sendo o padrão de referência internacional.
Se a Seleção conseguir alinhar um atacante que combine regularidade e poder de finalização, o risco de depender de um único jogador diminui. Até lá, Haaland permanece como o comparativo inevitável, lembrando que a busca por gols ainda é o grande desafio da Seleção antes da estreia no torneio.
