Seleção Brasileira revive o tricampeonato de 1970 em "Brasil 70: A saga do Tri"
A minissérie "Brasil 70: A saga do Tri" chegou ao streaming em junho de 2026, trazendo à tela a campanha histórica da Seleção que conquistou o tricampeonato. O drama destaca a tensão entre precisão histórica e liberdade criativa, enquanto lembra que a atual Seleção vive momentos de pressão semelhante ao México de 1970.
Como a produção aborda a história da Seleção?
Com Rodrigo Santoro como João Saldanha e Bruno Mazzeo como Zagallo, a série foca na equipe completa, não apenas em Pelé. As cenas de campo foram filmadas com drones e travellings, reproduzindo lances icônicos da Copa de 1970. O uso de slow‑motion às vezes exagera, mas a coreografia dos gols ainda captura a essência do "futebol‑arte" que definiu a época.
Por que a narrativa tem eco na Seleção atual?
A produção destaca que, antes de 1970, a Seleção chegou ao México desacreditada, com amistosos irregulares e um Pelé lesionado. Hoje, a Seleção Brasileira tem enfrentado críticas após o empate 1‑1 com a Tunísia em 18/11/2025, e um histórico recente de 2 vitórias, 1 derrota e 1 empate (DWLW). Essa comparação reforça a ideia de que momentos de dúvida podem preceder grandes conquistas.
O que a série revela sobre o contexto político?
Saldanha, retratado como comunista combativo, confronta a ditadura militar de Emílio Garrastazu Médici. Seu embate com o presidente sobre a inclusão de Dadá Maravilha ilustra como a política influenciou a montagem da equipe. Essa camada histórica oferece ao público uma visão mais profunda da relação entre futebol e poder.
Dados recentes da Seleção
| Data | Resultado |
|---|---|
| 2025‑11‑18 | Brasil 1‑1 Tunísia |
| Últimos 4 jogos | 2V‑1E‑1D |
A série, apesar de falhas, mantém o foco na Seleção como um todo, lembrando que o sucesso depende de mais que um único astro. Ao revisitar o passado, "Brasil 70" alimenta a esperança de que a atual geração possa repetir a magia de 1970 na Copa de 2026.
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