Seleção encara a Noruega sob a sombra da maldição europeia

A Seleção chega ao confronto contra a Noruega já carregada de estatísticas: quatro jogos, duas vitórias escandinavas e dois empates, sem nenhuma derrota. O último resultado da equipe foi um 1‑1 contra a Tunísia em 18/11/2025, e a forma recente mostra 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota nos últimos quatro compromissos. Neymar, Raphinha e Lucas Paquetá permanecem afastados por lesão, o que deixa o ataque vulnerável.

Por que a Noruega tem vantagem histórica?

Desde 1998, quando venceu o Brasil por 2‑1 na fase de grupos, a Noruega nunca perdeu para a Seleção. O técnico Ståle Solbakken, então reserva não utilizado, agora lidera a equipe. Em quatro confrontos, os escandinavos somam duas vitórias e dois empates, tornando‑se a única seleção que o Brasil ainda não conseguiu superar. Esse histórico cria um clima de ansiedade antes do duelo de 2026.

A maldição do Velho Continente: um padrão que persiste

Desde o título de 2002, a Seleção foi eliminada em todas as fases decisivas por equipes europeias: França (2006), Países‑Baixos (2010), Alemanha (2014) e Bélgica (2018). No Qatar, a Croácia, também da Europa, eliminou o Brasil nos quartos de final. Esse padrão sugere que, apesar de dominar adversários de fora da Europa, a Seleção ainda luta contra o estilo tático dos times do Velho Continente.

O que muda para o Mundial 2026?

A ausência de Neymar, Raphinha e Lucas Paquetá pode forçar o técnico a experimentar formações menos dependentes de criatividade individual. O último amistoso contra a Tunísia terminou em 1‑1, refletindo vulnerabilidade defensiva. Se a Seleção conseguir quebrar a sequência de empates contra a Noruega, abrirá caminho para enfrentar adversários europeus com mais confiança.

EstatísticaValor
Último resultadoBrasil 1‑1 Tunísia (18/11/2025)
Forma recente (4)2V‑1E‑1D
LesionadosNeymar, Raphinha, Lucas Paquetá

A partida contra a Noruega será, portanto, um teste decisivo para a Seleção antes de encarar os gigantes europeus nas fases avançadas do torneio.