Bruninho, 40, volta ao pódio em 2016
Bruninho, levantador do Campinas e ex-nacional, completou 40 anos e relembra o ouro olímpico de 2016. Ele descreve o pódio como um momento que “poderia morar naquele tempo”. O título foi a obsessão do ciclo olímpico, depois de pratas em Pequim-2008 e Londres-2012.
A geração atual precisa de cobrança
"A seleção não pode tirar a faca dos dentes", afirma Bruninho. Ele observa que as eliminações na VNL e no Mundial foram “um combustível” para a nova geração. Apesar de não estar mais na seleção, ele acompanha os resultados e acredita que a pressão e o sacrifício dos antigos são essenciais para o sucesso futuro.
Vida pós-seleção e projetos pessoais
Bruninho tem dois anos de contrato na equipe de Campinas. Se a saúde permitir, pode continuar jogando, mas já planeja a aposentadoria. Ele quer ser pai, tem um relacionamento com Ana (Laura Magalhães, especialista financeira de 35 anos) e pretende ter mais de um filho. Além disso, Bruninho atua como conselheiro no Instituto Compartilhar, investe em startups e planeja retomar a faculdade de Administração de Empresas na PUC de Campinas.
O que o futuro reserva
Em setembro, o Sul-Americano no Rio dará vaga para Los Angeles-2028. Bruninho confia no Brasil, mas reconhece que a competição é dura, especialmente contra Argentina e Colômbia. Ele prevê que, nos próximos dez anos, sua prioridade será a família, mas continuará feliz com o que o esporte lhe oferece.
