A Seleção Brasileira tem Carlo Ancelotti no comando até a Copa do Mundo de 2030. O técnico italiano, de 67 anos, confirmou que cumpre integralmente o contrato firmado com a CBF, que se estende até o fim do Mundial de 2030 e inclui a participação na Copa América de 2028.

O que o técnico prometeu

Segundo o insider Fabrizio Romano, Ancelotti recusou proposta da Federação Italiana de Futebol (FIGC) para assumir a Azzurra. Ele optou por permanecer à frente da Seleção, onde estreou em maio de 2025. Desde então, o time atuou 17 vezes em todas as competições: 10 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. A última partida foi a eliminação na Copa do Mundo de 2026, quando o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Noruega na fase de oitavas de final - a primeira vez em 36 anos que a Seleção não chegou às quartas de final do torneio.

Por que a decisão importa para o Brasil

A permanência de Ancelotti até 2030 dá estabilidade ao projeto técnico para os próximos anos. O treinador chega com a missão de reconstruir o time após a frustração de 2026 e preparar a base para as próximas competições. A CBF apostou nele justamente pela experiência internacional e pela capacidade de gerir vestiários exigentes, como mostrou na sua passagem pelo Real Madrid.

O que vem pela frente

O próximo compromisso da Seleção é contra a Austrália, em jogo fora de casa marcado para 25 de setembro de 2026. Antes disso, o time ainda tem a Copa América de 2028 na pauta, torneio que Ancelotti já incluiu no seu contrato. A derrota para a Noruega deixou cicatrizes, mas o técnico segue focado no processo. A última vitória da equipe foi há 20 dias, no dia 5 de julho, quando o Brasil venceu por 1 a 0 a Colômbia em amistoso.

A Seleção tem quatro vitórias seguidas na sequência recente, com apenas uma derrota nos últimos cinco jogos. A próxima missão é manter esse ritmo e devolver a confiança da torcida antes da próxima grande competição.